A Stedin tomou medidas significativas para melhorar as suas práticas de Gestão de Ativos, introduzindo um novo Modelo Operacional Alvo e um processo inovador apelidado de “pitstops”. Estas novidades visam reforçar a eficiência num contexto de equipa crescente e da complexidade da gestão de ativos num panorama energético em evolução.
Antecedentes da Revisão Completa
Há vários anos, o departamento de Gestão de Ativos da Stedin viu-se confrontado com um crescimento substancial, aliado a uma série de desafios. A necessidade de um novo método de funcionamento tornou-se abundantemente clara. Com a ajuda de consultores externos, esta transformação começou com um forte foco na adaptação às crescentes complexidades apresentadas pela transição energética, que pressiona organizações como a Stedin a modernizar e a expandir as suas redes elétricas.
Estas novas dinâmicas trouxeram para a frente questões como a congestão da rede, a escassez de pessoal e uma necessidade urgente de digitalização. Para a Stedin, a compreensão destas realidades exigiu uma abordagem robusta e bem estruturada à gestão de ativos.
Crescimento e Desenvolvimento de Equipa
Jan van Oorschot, o Diretor de Gestão de Ativos da Stedin, destacou o crescimento dentro do departamento: “Quando entrei a bordo, há cerca de seis anos, tínhamos cerca de 250 funcionários. Hoje, esse número aumentou para 375 e esperamos crescer para 450.” Este aumento foi considerado necessário para lidar com a crescente complexidade inerente à gestão de ativos e as novas exigências introduzidas pela transição energética.
Modelo Operacional Alvo
Reconhecendo a necessidade de uma transformação abrangente, a Stedin lançou um projeto focado na reformulação das suas estruturas e processos operacionais. Esta iniciativa introduziu o conceito do Modelo Operacional Alvo, que serve como roteiro para uma maior eficiência. Para facilitar este processo, foram contratados consultores da BearingPoint e da ValueQonnect para trazer a sua experiência à estratégia da organização.
“Com a ajuda deles, conseguimos comparar o nosso desempenho com as melhores práticas do setor, a partir de estruturas como o Institute of Asset Management (IAM) e a NTA 8120”, explicou Van Oorschot. Este processo de avaliação comparativa enfatizou a importância da gestão integral em todas as fases do ciclo de vida da gestão de ativos.
Princípios Fundamentais
A proposta do projeto incluía princípios essenciais destinados a aproveitar os benefícios da digitalização, usando soluções padronizadas e designando gestores de produto-ativo. O objetivo era garantir uma estratégia de gestão coesa que se alinhasse facilmente com os ciclos de vida dos produtos.
O Papel das Boxes
No meio deste processo transformador, a introdução das “boxes” foi uma jogada tática concebida para a resolução rápida de problemas. “Considerem-nas semelhantes a uma paragem nas boxes da Fórmula 1”, afirmou Erwin van Gulik, Consultor Sénior do projeto. A ideia era criar sessões rápidas e intensivas envolvendo equipas interdepartamentais para identificar problemas, discutir potenciais soluções e tomar decisões rápidas dentro de um período de tempo limitado.
Esta abordagem ágil garantiu que o departamento se mantivesse em sintonia com as expectativas das partes interessadas e se pudesse ajustar prontamente a novos desafios sem perder o ritmo.
Envolvimento e Apoio
Implementar um novo modelo operacional pode ser uma tarefa assustadora, especialmente quando exige o envolvimento dos funcionários. Van Oorschot reconheceu isso: “A adaptação a um novo fluxo de trabalho traz naturalmente os seus desafios. No entanto, tivemos uma orientação forte ao longo do processo, garantindo que cada voz fosse ouvida nestas discussões.”
De acordo com Van Gulik, fomentar a colaboração durante estas sessões era primordial, usando a equação ‘Impacto = Qualidade x Aceitação’ para reforçar que o envolvimento coletivo leva a mudanças tangíveis.
Construindo uma Estrutura Coesa
A transformação não se tratava apenas de resolver problemas imediatos, mas também de estabelecer um entendimento comum de termos e conceitos-chave. Van Gulik observou: “As pitstops facilitaram um ambiente onde construímos uma estrutura unificada, melhorando a comunicação e a colaboração em todos os níveis.”
Promover a Colaboração
Um foco significativo da abordagem renovada da Stedin centrou-se na transparência e no trabalho de equipa. Os seus “Dias de Colaboração” permitiram que membros de equipa de vários departamentos se reunissem, partilhassem ideias e trabalhassem coletivamente para atingir os objetivos da organização.
Esta iniciativa provou ser um divisor de águas, permitindo um melhor alinhamento nos desenvolvimentos em curso e promovendo um sentido de comunidade e responsabilidade partilhada dentro do departamento.
Superar Desafios Passados
Com os novos procedimentos efetivamente enraizados no departamento de Gestão de Ativos, os desafios históricos estão a ser superados de forma constante. A anterior mentalidade de silo—onde as equipas operavam independentemente—foi erradicada, fomentando subsequentemente a colaboração e melhorando a eficiência operacional.
Van Oorschot refletiu sobre esta mudança: “Anteriormente, as equipas focavam-se unicamente nas suas próprias tarefas, com uma colaboração externa limitada. A implementação das pitstops ajudou a quebrar essa mentalidade, facilitando um ambiente de equipa mais solidário e melhorando a sinergia em todas as frentes.”
Perspectivas futuras
Graças à transformação estruturada apoiada pela BearingPoint e pela ValueQonnect, a Stedin está preparada para embarcar num caminho focado em direção à sustentabilidade e eficácia futuras na gestão de ativos. “Reconhecemos a necessidade de desenvolver novas competências e habilidades para melhor nos alinharmos com o panorama em evolução do setor”, concluiu Van Oorschot. “A nossa mudança garante que não estamos apenas a acompanhar o ritmo, mas sim à frente dos desafios futuros.”
Conclusão
Em resumo, as medidas inovadoras da Stedin na introdução de um novo Modelo Operacional Alvo e na utilização de pitstops nas suas práticas de Gestão de Ativos são uma prova do seu compromisso com a eficiência e a adaptabilidade. No contexto mais amplo da logística, as organizações que adotarem estas abordagens proativas irão, sem dúvida, melhorar as suas capacidades operacionais.
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