Publicar uma análise de averiguação de factos transparente e independente no prazo de 30 dias e publicar a sua metodologia publicamente. Isto aborda a questão entre as partes interessadas e, tendo demonstrado um compromisso sério com a responsabilização, abordando os alegados riscos com um quadro de procedimentos claramente definido e fornecendo uma base para soluções concretas.
O segundo passo é alargar o envolvimento com as comunidades afetadas e os defensores, assegurando um diálogo contínuo sobre os riscos identificados e as opções de correção. Isto inclui consultas documentadas com Linda e outras partes interessadas, e a formalização da abordagem em procedimentos escritos, partilha de dados e verificação independente para confirmar a informação atualmente em análise. Este alinhamento com as contribuições da sociedade civil reforça a legitimidade.
As divulgações atuais devem abranger compromissos, prazos e indicadores mensuráveis. A entidade deve fornecer atualizações contínuas sobre o progresso em relação aos compromissos e garantir que as medidas de remediação sejam abordadas dentro do prazo acordado. Quase todas as partes apoiam a transparência, mas persistem lacunas nos canais de reclamação e nos mecanismos de monitorização, e algumas fontes alegam que a verificação de dados ainda está em curso e alegadamente incompleta.
Ao garantir uma responsabilização clara, a iniciativa deve manter uma cadência contínua de relatórios, com as ações de última milha verificadas por revisores independentes e defensores convidados a participar em revisões trimestrais. Quer os riscos estejam totalmente resolvidos ou ainda a surgir, o foco permanece na documentação do que é feito, do que falta fazer e de como os procedimentos serão aperfeiçoados ao longo do tempo. O envolvimento com diversas partes interessadas continua a ser essencial.
Esta abordagem integrada fortalece a confiança entre as comunidades e o programa, tendo um impacto real nas proteções dos trabalhadores e nas salvaguardas ambientais. Ao continuar a interagir, a dar resposta às preocupações e a publicar dados concretos, a iniciativa aborda a questão da responsabilização, e a última etapa da reforma pode ser apoiada através de um compromisso firme com a melhoria contínua. Esta resposta está em consonância com as preocupações da ClientEarth e assinala um compromisso intersectorial alargado.
Esboço para um Artigo Informativo: ClientEarth vs Cargill no Brasil e Desenvolvimentos na Cadeia de Abastecimento Livre de Desflorestação
Recomendação: adotar um pacote de políticas livre de desflorestação de sete elementos, ancorado nas orientações da OCDE-FAO, com um plano escrito e com prazos definidos e relatórios de progresso fundamentados. Exigir provas submetidas de cada nível da cadeia de abastecimento; publicar os procedimentos e as posições de consenso para construir confiança globalmente; implementar a etiquetagem ativada pelo Silvair para rastrear as remessas desde a origem, passando pelos portos, até aos movimentos da frota; vincular os contratos com os fornecedores a marcos mensuráveis em horizontes de cinco anos; alavancar os dados do programa Feedinfo e as divulgações de sustentabilidade para apoiar as alegações; alocar recursos para reforçar a supervisão e a qualidade dos dados; abordar os riscos indiretos como parte da estratégia a longo prazo.
Esboço da implementação: o artigo deve mapear a governação, rastreabilidade, verificação, transparência, envolvimento das partes interessadas, conceção da aplicação e gestão de riscos a longo prazo. Deve citar documentos reais e registos submetidos, descrever o crescimento da cobertura e referir os papéis dos submetedores e dos intervenientes da indústria. Os pontos de dados globais e as considerações sobre os direitos humanos devem ser descritos juntamente com os indicadores ambientais, utilizando-se estimativas globalmente relevantes para ilustrar a escala.
Contexto e fontes: com base nas orientações da OCDE-FAO, nos conjuntos de dados da Feedinfo, em relatórios de sustentabilidade de programas e em materiais submetidos por diversos remetentes. A análise descreve o crescimento na cobertura da rastreabilidade, o progresso estimado e sete categorias de risco. Apresenta uma abordagem orientada por questões para determinar o que permanece comprovado e o que permanece indireto na cadeia. A secção abrange a dinâmica da cobertura arbórea, a necessidade de integração de dados portuários e a forma como os movimentos da frota influenciam o risco de desflorestação a longo prazo.
| Aspeto | Status atual | Ação recomendada | Indicadores-chave |
|---|---|---|---|
| Framework de Governação | Existem declarações de política, mas carecem de força vinculativa. | Adotar o quadro de referência base OCDE-FAO; estabelecer marcos exequíveis. | Política escrita; marcos de cinco anos; consenso entre as partes interessadas |
| Rastreabilidade | Mapeamento parcial; dados de origem para porta incompletos | Implementar etiquetagem ativada por Silvair; exigir dados de portos e frota. | Cobertura da rastreabilidade ao nível do porto; percentagem de envios rastreados; tempo de rastreamento |
| Verificação e fundamentação | Revisão independente limitada | Encomendar avaliações independentes; exigir conclusões fundamentadas | Constatações atuais; relatórios submetidos; número de casos comprovados |
| Transparência | Relato público fragmentado | Publicar um único dashboard público; incluir ligações para feedinfo e dados do programa | Painel público disponível; cadência de atualização de dados; número de conjuntos de dados acessíveis. |
| Envolvimento das partes interessadas | Os contribuidores participam esporadicamente. | Formalizar processos multi-stakeholder; incluir a sociedade civil e as comunidades locais | Taxa de participação; posições escritas; declarações de consenso |
| Design económico e de aplicação | Incentivos desalinhados; alguma oposição por parte dos fornecedores | Associar contratos a marcos; estabelecer penalizações por incumprimento; prestar apoio a fornecedores em conformidade. | Contratos associados a marcos; incidentes com penalizações; número de fornecedores suportados |
| Gestão de risco a longo prazo | As estimativas mostram um risco indireto contínuo | Integrar o modelo de risco com o planeamento a longo prazo; monitorizar as alterações da cobertura arbórea | Índice de risco estimado; área de arvoredo sob ameaça; resultados de cenários a longo prazo |
Perspetivas Específicas de Casos e da Indústria: ClientEarth v Cargill no Brasil, progresso da cadeia de abastecimento livre de desflorestação, resolução e respostas práticas da indústria
Acelerar a verificação no terreno através da obrigatoriedade de auditorias independentes em todos os locais de processamento e explorações agrícolas, alinhar as aquisições com os compromissos NDPE e divulgar publicamente painéis de progresso no prazo de 90 dias. Esta abordagem deve ser suportada por um plano de remediação transparente, vinculado a prazos concretos e resultados rastreáveis através de registos da cadeia de custódia.
A análise de uma rede de fornecedores real indica que uma parte substancial das compras tem origem indiretamente em zonas de alto risco; as análises kolling mostram que muitos locais não foram verificados; portanto, mapear os fornecedores de segundo nível, estabelecer planos de ação baseados no risco e exigir ações corretivas apoiadas por acordos com prazos definidos para colmatar as lacunas.
Envolver as comunidades guaranis e outros povos nos processos de tomada de decisão; garantir a proteção dos direitos de propriedade e o consentimento livre, prévio e informado, quando aplicável aos projetos; documentar as interações no terreno para evitar o assédio e melhorar a confiança com os representantes locais.
Os indicadores faostat publicamente disponíveis devem informar os perfis de risco das empresas; acompanhar consistentemente as alterações de uso do solo, monitorizar as compras e alinhar-se com os conceitos ndpe; recorrer a verificações cruzadas de dados relatados publicamente e planos de gestão ao nível do local para fortalecer a governação.
Os dados devem ser acessíveis a todas as pessoas que dependem destes mercados para o seu sustento e tomada de decisões.
Estes passos devem ser apoiados por representantes das comunidades afetadas, entidades do setor e observadores independentes; ao trazer diversas vozes para o processo, a segunda vaga de ação pode acelerar as melhorias e moldar um acordo de longo prazo que associe as compras a resultados verificáveis.
As respostas da indústria em vários setores mostram como agir: implementar controlos de cadeia de custódia, exigir compromissos dos fornecedores para evitar o desmatamento e usar a faostat e outros conjuntos de dados abertos como verificações cruzadas; estas medidas criam uma paisagem resiliente onde o público pode monitorizar o progresso. Os mesmos modelos de governação podem ser adaptados às cadeias de abastecimento de zinco e salmão, ilustrando propósitos e aplicabilidade intersetoriais.
Perspetivas transfronteiriças da Indonésia e de outras paisagens demonstram que a gestão colaborativa através de coligações público-privadas pode reduzir os riscos de desflorestação, influenciar compras e proporcionar benefícios económicos tangíveis às populações e economias locais, incluindo as ligadas aos territórios Guarani.
Para manter o ímpeto, adote uma estrutura prática de avaliação que leve a sério a verdade factual, divulgue publicamente os progressos e mantenha um diálogo contínuo com as autoridades e as empresas; através destes esforços, o mundo observará progressos livres de desflorestação e acelerará a adoção em todos os setores.
Onde surgirem alegações, aplicar um protocolo de análise rigoroso que trate os alegados factos com cuidado, aplicando simultaneamente critérios NDPE a todos os locais e compras; divulgar publicamente os resultados e ajustar as medidas conforme necessário para evitar o assédio e melhorar a confiança entre as partes interessadas.
Contexto Específico da Instância: ClientEarth vs Cargill no Brasil – Cronologia, âmbito e base jurídica

Adote um cronograma centrado, com primazia nas evidências e um memorando jurídico alinhado com as políticas para fundamentar o inquérito, com salvaguardas de confidencialidade e um protocolo de testemunhas dedicado.
O enquadramento fundamental garante que os indivíduos e as comunidades são centrais e que os mapas, os rastreios de produtos e os movimentos de frotas são conciliados com os compromissos políticos nacionais e internacionais.
- Surgiram recentemente preocupações relatadas sobre alterações no uso do solo no cerrado que afetam as comunidades locais; cinco indicadores foram identificados e mapeados como de alto risco.
- A ONG notificou o ncps com um pedido de revisão do caso, descrevendo os requisitos de confidencialidade para proteger as testemunhas e os indivíduos afetados.
- O principal regulador abriu uma segunda ronda de inquéritos, procurando acesso a registos relevantes, incluindo dados ao nível do produto, movimentos de frota e listas de funcionários.
- O respondente argumentou alinhamento com os padrões de política e anunciou ações para aumentar a transparência e a responsabilização dos fornecedores – incluindo um plano para melhorar os mapas de origem dos produtos e para interagir com as comunidades afetadas.
- Os próximos passos incluem uma reunião conjunta de definição de âmbito para refinar prioridades, estabelecer monitorização contínua e definir cinco métricas de desempenho concretas; o compromisso da liderança é necessário para sustentar o ímpeto.
- Âmbito geográfico: inclui estados que hospedam habitats de cerrado no Brasil e corredores transfronteiriços usados para remessas com destino ao oceano.
- Âmbito do produto e da cadeia de fornecimento: cinco famílias de produtos principais ligadas ao risco de utilização do solo na região.
- Atores e indivíduos: comunidades, colaboradores e testemunhas que poderão fornecer informações corroborantes.
- Dados confidenciais: comunicações internas, mapas e ficheiros confidenciais que requerem salvaguardas.
- Âmbito temporal: ações recentes e planos de correção em curso, com foco na transparência e responsabilização.
- Quadro político: leis laborais e ambientais nacionais, acrescidas de instrumentos de política internacional que orientam a conduta empresarial responsável.
- Centro de direitos humanos: obrigações de devida diligência e acesso a vias de recurso para indivíduos e comunidades afetadas.
- Confidencialidade e proteção de testemunhas: Os procedimentos do NCPS incluem medidas de confidencialidade para proteger as partes vulneráveis.
- Padrão de prova: corroborado por mapas, observações de satélite e dados de fonte aberta para sustentar alegações de inadequação na gestão de risco.
- Recursos e cumprimento: os recursos potenciais incluem verificação independente, financiamento de remediação e ações corretivas na rede de fornecimento.
- Desenvolver um plano de ação da responsabilidade do centro, que delineie passos concretos, marcos e partes responsáveis.
- Publicar um esboço de cinco ações prioritárias delineadas no plano de ação, incluindo verificações de conformidade de políticas reforçadas e a devida diligência de direitos humanos em fornecedores-chave.
- Reforçar os protocolos de confidencialidade e estabelecer um ponto de contacto de testemunha neutra para apoiar os indivíduos.
- Criar um repositório de provas com acesso seguro para participantes autorizados e uma cadeia de custódia clara.
- Alinhar com as políticas nacionais de combate ao crime e diretrizes internacionais; garantir o reporte contínuo em capítulos anuais e atualizações públicas.
- Invista em recursos de capacitação para os escritórios regionais para manter a priorização da conservação do cerrado e do abastecimento responsável.
- Assegurar o compromisso da liderança e oferecer atualizações transparentes para manter o ímpeto nas prioridades do centro.
- Alocar recursos adicionais aos escritórios regionais para apoiar o monitorização, o envolvimento da comunidade e a compilação de dados.
Novas Conclusões do Relatório: O progresso da Cargill em direção a cadeias de abastecimento livres de desflorestação – métricas, marcos e lacunas remanescentes
Recomendação: a verificação real e por terceiros da rastreabilidade na rede de fornecimento principal é essencial, com os riscos de segunda ordem revelados através de clmrs e dados trase. A empresa detém o ciclo de dados e deve construir parcerias que proporcionem proteções adicionais para os trabalhadores e o bem-estar; garantir um acordo a longo prazo com os fornecedores para codificar a responsabilização.
Resumo das métricas: aproximadamente 60% da base de fornecimento está mapeada para a origem; 28% da tonelagem é verificada por контрольные незакрытые; para a cadeia de abastecimento de chocolate, há progresso na rastreabilidade para dados ao nível da quinta em 48% das remessas de cacau; a qualidade dos dados é boa em 70% dos relatórios; as avaliações realizadas por equipas internas e externas ajudam a identificar riscos significativos.
Marcos de referência: linha de base de 2023: 20% mapeados; marco de referência de 2024: cobertura de 40%; meta para 2025: 70% rastreados até à origem, com 40% dos fornecedores de primeira linha a realizar avaliações anuais; integração contínua com dados trase e clmrs.
Lacunas remanescentes: dados inconsistentes entre regiões; alguns pequenos agricultores e comerciantes informais permanecem fora do sistema; certas culturas apresentam lacunas de dados; necessidade de intensificar parcerias com representantes e trabalhadores locais para acompanhar o progresso; garantir que os dados estejam disponíveis para as mentes empresariais relevantes e para o ecossistema mais amplo.
Plano de ação: explorar joint ventures com grupos locais para garantir a monitorização ao nível da exploração; usar a avaliação de risco baseada no CLMRS; implementar auditorias de integridade; nomear representantes das comunidades de trabalhadores para liderar a monitorização; garantir a proteção a longo prazo do ecossistema; alinhar incentivos entre parceiros de fornecimento para proteger o bem-estar e os meios de subsistência sustentáveis.
Caminhos de Resolução: Reparações, monitorização, opções de execução e potenciais resultados
Adotar uma política livre de desflorestação e orientada por dados, com rastreabilidade total desde os agricultores até aos portos, exigindo que os fornecedores demonstrem que os materiais não estavam associados à conversão florestal e foram transformados em produtos sem risco de desflorestação. Definir como meta uma cobertura de rastreabilidade de 95% nos fluxos de mercadorias num prazo de 24 meses, com documentação material verificada por auditores independentes. Construir uma plataforma de dados partilhada que ligue agricultores, fábricas e portos, permitindo a visibilidade ao nível da região e a comunicação transfronteiriça. A iniciativa liderada pela cargills está comprometida com melhorias mensuráveis e com a criação de oportunidades económicas para os pequenos agricultores e populações locais em regiões de alto risco.
A monitorização ocorrerá a vários níveis: auditorias agrícolas, verificações de instalações e declarações portuárias, suportadas por painéis de instrumentos orientados por dados e imagens de satélite. Exigir relatórios públicos trimestrais e um repositório de dados acessível a reguladores, sociedade civil e compradores, com relatórios formatados de forma a serem auditáveis. Utilizar um conjunto padronizado de indicadores: estatuto de material livre de desflorestação, integridade da rastreabilidade, adesão do fornecedor a planos de remediação e progresso em direção à cobertura porto-exploração. Para o salmão e outros fluxos de alimentação aquática, estender a rastreabilidade aos ingredientes da ração para identificar pontos de risco e evitar retrocessos.
As soluções e opções de execução incluem planos de ação corretiva vinculativos num prazo de 60 dias, suspensão de fornecedores não conformes, rescisão de contrato por falhas repetidas e revogação da elegibilidade para concursos públicos ou privados. Criar um fundo específico para apoiar os agricultores e pequenos comerciantes na transição para práticas sustentáveis, financiado por contribuições de participantes que não cumpram as metas. Implementar um mecanismo de escalonamento claro com limiares e prazos estabelecidos, para que aqueles que estão comprometidos com a mudança possam recuperar e continuar a fornecer de forma responsável. As investigações devem ser orientadas por dados e sustentadas por provas, com divulgações transparentes dos resultados para proteger as pessoas afetadas e manter a confiança do mercado.
Os resultados esperados incluem menor risco de desflorestação, maior rastreabilidade e melhores condições de vida para agricultores e povos regionais. Uma abordagem orientada por dados deverá gerar maior confiança entre compradores, investidores e portos, com maior participação de fornecedores com mentalidade global. Se escalável, o modelo pode ser replicado em fluxos de produtos específicos da região, expandindo as cadeias de abastecimento livres de desflorestação e criando novos mercados para produtos responsáveis, incluindo bens relacionados com o salmão, apoiando simultaneamente o desenvolvimento e a resiliência na região. Os dados mostrarão melhorias percentuais na conformidade e na integridade do produto ao longo do tempo.
Perspetivas da Indústria e Avaliação Inicial: Nova abordagem de sustentabilidade na saúde da nutrição animal – implicações práticas para os operadores
Recomendação: Adotar um compromisso de fornecimento livre de desflorestação em todos os pontos de origem, ancorado na verificação por terceiros, mapeamento independente da origem e um painel para validar o progresso; a submissão de planos corretivos revistos deve ser exigida quando forem identificadas lacunas, e as parcerias devem capacitar os fornecedores e as partes interessadas locais para cumprirem os compromissos.
As perspetivas de operadores e financiadores convergem na necessidade de uma gestão da cadeia de abastecimento transparente e orientada por dados, em vez de auditorias episódicas. A nova abordagem prioriza a sinalização de risco material, utiliza um filtro para dados de origem e espécie de áreas desflorestadas e inclui a monitorização contínua das emissões de transporte relacionadas para abordar os impactos climáticos.
Para os operadores, as implicações incluem acelerar a reforma de fornecedores através da incorporação de compromissos contra o desmatamento nas aquisições, criar parcerias em todas as cadeias de abastecimento e abordar os casos em que tenha sido alegado desmatamento. A abordagem enfatiza as atividades de acompanhamento fora dos principais países de origem e uma concentração nos riscos materiais.
Passos de implementação: mapear a origem para países de alto risco, aplicar um filtro robusto para risco de desflorestação, estabelecer uma pontuação de risco específica do fornecedor e da espécie e realizar auditorias periódicas através de avaliadores terceirizados; exigir novas submissões de planos de melhoria quando forem encontradas lacunas; rastrear rotas de transporte para minimizar emissões e melhorar o desempenho climático.
Perspetivas: fora dos mercados centrais, as diretrizes supranacionais e a análise de risco focada na Indonésia podem ajudar a filtrar ingredientes com alto risco de desflorestação; resumir dados para conselhos e painéis; atribuir responsabilidade aos fornecedores, garantindo ao mesmo tempo a supervisão por equipas multifuncionais.
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