Recomendação prática: implementar um plano de 90 dias para conhecer a exposição e mapear vários riscos nas cadeias globais, com o objetivo de obter poupanças precoces e uma jornada que possa ser melhorada ao longo do ano. Para as organizações, esta é uma base de referência para impulsionar a colaboração multifuncional e o envolvimento desde o primeiro dia.
Um modelo de governação designed para o alinhamento interfuncional está inserido num director, mantendo o viagem tangível e engagement alta entre equipas. Deve focus em avaliação rápida desenvolvimento de visibilidade ponta a ponta e estabelecer um track para mover ideias do plano para working soluções em toda a organização.
Across organizations, os líderes ainda medem a melhoria em custo, resiliência e serviço, com um look aos motivadores que são different por região. A abordagem sintetiza dados de finanças, operações e TI e apresenta insights acionáveis para reduzir riscos e acelerar savings.
Para manter o impulso, o global o roadmap adapta-se às condições variáveis e é designed para garantir uma melhoria contínua em toda a rede de valor. O plano focus sobre engagement, track progresso e garantir que todas as partes interessadas estejam cientes do viagem e esperado desenvolvimento entre fornecedores e chains.
Em última análise, o synthesis apresenta uma perspetiva concisa de que apresenta ações do dia-a-dia, o riscos, e as alavancas que impulsionam savings ao mesmo tempo que melhoram os resultados dos clientes. As organizações podem continuar este viagem com firmeza focus e impacto mensurável em toda a rede.
Insights de Liderança na Cadeia de Abastecimento
Recomendação: implementar um modelo de governação em 3 etapas que sintetize informações de toda a organização para fundamentar a tomada de decisões e alinhar as ações com a visão.
Estabeleça uma linha de base e monitorize os custos, os níveis de serviço, a jornada dos clientes e outros indicadores-chave, com metas como uma redução de custos de 8-12%, um ganho de 3-5 pontos na entrega dentro do prazo e um serviço consistente entre canais.
Estruturar a liderança em torno de um vice-presidente de análise para supervisionar as práticas; focar-se em clientes, serviços e processos completos; procurar o desenvolvimento através da colaboração multifuncional e de uma governação rigorosa.
O modelo de tomada de decisão usa análises de "e se", modelação de cenários e compromissos baseados em dados; encontrou oportunidades para otimizar a resiliência e o design de serviço, indo além da mera redução de custos e da busca por metas de eficiência; incorpora informações de fornecedores, parceiros e equipas internas para informar o que é mais importante para a organização.
Cadência de implementação: implementar um plano de 3 etapas com uma linha de base, projetos-piloto em duas funções e dimensionar para toda a organização dentro de trimestres; monitorizar o progresso com um painel transparente que liga o que interessa ao valor do cliente e à jornada do fornecedor à experiência de serviço.
Definir metas concretas de emissões do Âmbito 3 para os principais fornecedores
Tomar medidas imediatas: definir metas de âmbito 3 para os cinco fornecedores mais influentes, ancoradas num ponto de partida claro e num plano de desenvolvimento abrangente e focado.
Estabeleça um compromisso formal com esses fornecedores, com o apoio de um patrocinador sénior, para definir práticas partilhadas, fontes de dados e um roteiro realista que se enquadre na governação da sua organização para o negócio. Esta colaboração focada reduz o risco, mostra progresso e acelera muitas melhorias em termos de energia, logística e aquisição no futuro. Alinham-se com os seus objetivos climáticos.
As linhas de base devem refletir os dados encontrados na utilização de energia, quilómetros percorridos em transporte e faturas de fornecedores. As métricas recuperadas de sistemas internos e fontes externas criam uma linha de base credível, enquanto os métodos apoiados pela investigação mapeiam a atividade de ponta a ponta e revelam os maiores pontos de consumo de energia. Este quadro de trabalho alimenta o desenvolvimento desses fornecedores e alinha-se com os objetivos da sua organização.
Cinco ações concretas impulsionam o progresso: codificar os níveis alvo por fornecedor; exigir atualizações anuais de progresso; partilhar as melhores práticas; criar projetos de desenvolvimento conjuntos; monitorizar as poupanças mês a mês. As equipas locais podem contribuir de imediato, com o envolvimento multifuncional a garantir que a ação é prática e escalável.
Monitorize o desempenho com um painel de controlo completo e simples que reflete a intensidade energética, as emissões por nível e o efeito de cada fornecedor nas emissões totais. A organização irá recolher dados obtidos de forma consistente, facilitando a comparação entre fontes e demonstrando uma trajetória clara de poupança, aumentando a eficiência ao longo do tempo. Estas informações apoiam melhores decisões e servem de motivadores para a gestão de topo.
Criar scorecards de sustentabilidade dos fornecedores e realizar auditorias regulares
Estabeleça um modelo de 3 etapas para o desempenho dos fornecedores: defina um conjunto conciso de questões de sustentabilidade alinhadas com os objetivos de negócio, implemente um scorecard padronizado com KPIs tangíveis e agende auditorias regulares para procurar lacunas e impulsionar a mudança.
O programa apresenta um caminho claro para avaliar riscos em ética, ambiente e operações. Recupere dados fiáveis de serviços de fornecedores e métricas recuperadas para alimentar dashboards prontos para apresentação à administração. Os diretores devem rever os resultados mensalmente; os reguladores esperam visibilidade sobre o percurso e mudança contínua, não pontuações isoladas. Ao longo dos anos, esta abordagem apresenta um método repetível para colmatar lacunas e gerar poupanças.
Concentre-se no que é mais importante para o negócio e nas perguntas a fazer. Ao monitorizar a sustentabilidade nos serviços dos fornecedores, as empresas podem obter poupanças através da redução de riscos, de menos interrupções e de melhores condições contratuais. Quase todas as empresas verificaram melhorias quando as auditorias são utilizadas para identificar problemas recorrentes, permitindo uma mudança direcionada e uma aprendizagem contínua.
A liderança deve ser dona do processo; designar um vice-presidente ou diretor para supervisionar a rotina de 3 passos e garantir contribuições multifuncionais.
Para manter o ímpeto, recupere dados atualizados mensalmente, adapte a estrutura às expectativas dos reguladores e itere os critérios de pontuação à medida que os objetivos mudam. O foco reside na criação de uma visão para uma melhor colaboração com os fornecedores e numa melhoria contínua dos serviços, com métricas claras que uma empresa possa defender durante as negociações.
Promover a circularidade através da reformulação de embalagens e da reutilização de materiais
Recomendação: implementar um programa de 3 passos que trate as embalagens como um recurso pronto para reutilização, começando com um mapeamento de base e escalando para circuitos globais em todas as suas operações.
A Ernst Research apresenta cinco estudos de caso em diversas organizações; constataram que redesenhar embalagens para permitir a reutilização reduz o conteúdo virgem em 12–28% e aumenta a participação do consumidor nos fluxos de retorno em 10–22%. Em três regiões focadas em todo o mundo, os entrevistados relatam taxas de reutilização mais elevadas quando as embalagens são fáceis de limpar, rotular, separar e compatíveis com os fluxos de recuperação locais.
Três movimentos centrais que impulsionam a diferenciação competitiva e oferecem diferentes caminhos entre empresas são:
- Linha de base e direção de design: inventariar a embalagem atual, identificar materiais mistos e estabelecer uma linha de base para reduções no conteúdo virgem que possa ser rastreada de níveis locais a globais; definir metas que sejam mensuráveis e com prazos definidos dentro de três meses.
- Redesign para reutilização e recuperação: converter para monomateriais sempre que possível, integrar fechos, eliminar rótulos difíceis e garantir que os componentes são fáceis de separar e remontar; testar cinco SKUs para recolher aprendizagens e ajustar.
- Ampliar, quantificar e potenciar parcerias: implementar um plano de ciclo fechado com retalhistas e fornecedores, aplicar identificadores de embalagens para devolução e estabelecer um conjunto comum de KPIs que possa ser monitorizado em organizações e países; usar estes dados para alavancar colaborações adicionais e impulsionar a mudança.
Pelas empresas e pelos respondentes envolvidos, esta abordagem tornou-se num caminho prático que se alinha com as expectativas dos consumidores e as necessidades dos recicladores locais. Ao focarem-se no desempenho do ciclo de vida completo, as empresas podem alavancar a reformulação das embalagens para obterem uma vantagem competitiva e criarem um impulso global que ressoe com os consumidores.
Implementar painéis de controlo ESG em tempo real para monitorizar o progresso

Implementar um hub de dashboard ESG em tempo real que extrai dados de redes de fornecedores, ERP e operações para acompanhar o progresso em direção aos objetivos. Seguir um plano de 3 passos: conectar fontes de dados, estabelecer definições consistentes e qualidade de dados e implementar dashboards baseados em funções que fornecem insights acionáveis às equipas.
Em todas as operações nas Américas e a nível global, alinhar as métricas com o clima, a água, a energia, as emissões e a governação para revelar onde ocorrem melhorias sustentáveis e onde a urgência é maior. Estabelecer um modelo de dados consolidado que suporte comparações entre locais e melhore a resiliência da oferta. Isto também fortalece a rede de fornecimento e a colaboração com os fornecedores.
De acordo com as referidas empresas, estas observam que diferentes áreas de foco requerem dashboards personalizados; o envolvimento entre funções aumenta quando os dados mostram o impacto e as poupanças interfuncionais. de acordo com as suas análises, os dados de cinco locais confirmam esta tendência.
Detalhes do lançamento em 3 passos: Passo 1, ligar dados dos sistemas de fornecedores, produção e finanças; Passo 2, uniformizar definições e controlos de qualidade; Passo 3, ativar alertas e vistas baseadas em funções para diretores, gestores e operadores.
A fonte de dados contém os inputs principais: faturas de fornecedores, contadores de instalações, dados de expedição e termos contratuais; estabelecer uma proveniência clara para apoiar auditorias entre estados.
Os dashboards de diretores devem mostrar o estado dos programas de sustentabilidade, a exposição ao risco climático e as poupanças realizadas; incluir visualizações estado a estado, em todas as linhas de negócio e alertas automáticos quando uma métrica se desvia.
Chamadas à ação: standardize praticamente cinco métricas principais, atualize os dados pelo menos de hora em hora e capacite uma equipa multifuncional para agir com base nos insights. As suas equipas irão impulsionar o envolvimento, reduzir o risco e acelerar o progresso em direção aos objetivos de sustentabilidade.
Rever a contratação pública para favorecer fornecedores de baixas emissões e alto potencial
Adotar um processo em 3 etapas para identificar e envolver fornecedores com baixas emissões e fortes trajetórias de crescimento, proporcionando poupanças e reduzindo riscos operacionais.
Etapa 1 – seleção e avaliação: avaliar cada candidato com base na intensidade de emissões, plano de descarbonização e preparação integral; utilizar um scorecard padronizado que combine dados do local e a pegada logística. Etapa 2 – projeto-piloto e validação: realizar testes controlados em todos os fluxos de valor para verificar o desempenho em condições reais. Etapa 3 – integrar incentivos: estabelecer acordos de longo prazo com KPIs vinculados à redução de emissões e à entrega pontual, com créditos ou penalizações alinhados ao progresso.
De acordo com a ernst research, as empresas que aplicam uma abordagem de avaliação apoiada por dados observam uma melhoria na eficiência e um custo total de propriedade mais baixo num período de 12–24 meses. Aquelas que prosseguem metas de descarbonização nos termos dos fornecedores reportam um maior envolvimento e uma adoção mais rápida das mudanças.
No futuro, a gestão integral da mudança exige focar em alguns parceiros de elevado potencial antes da expansão. Estes devem avaliar as emissões atuais, bem como a capacidade do parceiro de ampliar as melhorias em locais, produtos e redes. Os consumidores já esperam relatórios transparentes e rastreabilidade, o que reduz as questões e constrói confiança em todo o ecossistema de valor.
No próximo ano, as empresas devem harmonizar os fluxos de dados, refinar as matrizes de risco e ajustar os acordos para refletir as capacidades e trajetórias em evolução. O processo de 3 etapas contém pontos de controlo de governação que mantêm os orçamentos equilibrados e as iniciativas no bom caminho.
| Categoria | Emissões (kg CO2e/unidade) | Potencial de crescimento | Preparação de ponta a ponta |
|---|---|---|---|
| Parceiro doméstico, de baixas emissões | 0.8 | 18 | 85 |
| Fornecedor regional de planos de transição | 2.4 | 12 | 60 |
| Fornecedor estrangeiro com elevadas emissões | 5.6 | 28 | 45 |
| Parceiro estratégico com roteiro de descarbonização | 1.3 | 22 | 78 |
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